(...) o sal das lagrimas de tristeza é amargo O riso de quem é triste é como a maquiagem da boca de um palhaço. A voz é em falsete pois esconde um urro. Os passos, embora pareçam definidos, são como tropeços de um bêbado. A memória, trechos de pequenas alegrias, sublinhadas, nas entrelinhas, de dores cravadas em feridas que nunca cicatrizam. O momento, o agora, pura incerteza. O futuro: esperança com certeza de desilusões (...)